O preço de um site profissional depende de muitas variáveis, e a maioria delas não tem a ver com quantas páginas o site vai ter. Neste artigo, explicamos o que influencia o custo, quais são os tipos de projeto mais comuns e o que perguntar antes de fechar com qualquer fornecedor.

Tipos de site e suas diferenças de escopo

Site institucional

É o tipo mais comum para empresas de serviço. Apresenta a empresa, os serviços, cases, contato e, às vezes, um blog. Costuma ter entre 5 e 20 páginas.

Landing page

Página única criada para uma campanha, oferta ou conversão específica. Pode ser simples (1 seção + formulário) ou longa (múltiplas seções de argumento).

E-commerce

Loja virtual com catálogo de produtos, carrinho de compras, integração com meios de pagamento e sistema de gestão de pedidos. É o tipo mais complexo.

Portal ou plataforma

Sites com áreas restritas, sistemas de login, dashboards ou funcionalidades específicas. O escopo varia enormemente.

O que faz o preço variar

1. Complexidade do projeto

Um site institucional com 8 páginas e formulário de contato tem um escopo muito diferente de um e-commerce com 500 produtos e integração com ERP.

2. Design personalizado vs. template

Sites com layout desenhado do zero, seguindo a identidade visual da empresa, custam mais do que sites baseados em templates pré-prontos. A diferença aparece na exclusividade, na flexibilidade e no resultado final.

3. Conteúdo

Quem escreve os textos? Quem produz as fotos? Se a agência for responsável pela estratégia de conteúdo, redação e curadoria de imagens, isso entra no escopo.

4. SEO técnico e de conteúdo

Um site que nasce otimizado para mecanismos de busca exige arquitetura de informação, hierarquia de títulos, meta tags, sitemap, schema markup, performance e acessibilidade. Tudo isso é trabalho técnico que precisa ser planejado.

5. Integrações

Google Analytics, Search Console, WhatsApp, formulários com CRM, chatbot, agenda, mapa, redes sociais — cada integração é um item de desenvolvimento.

6. Responsividade

Hoje, todo site precisa funcionar em celular, tablet e desktop. Mas “funcionar” não é a mesma coisa que “funcionar bem”. Um site mobile-first exige mais atenção no design e nos testes.

O que perguntar antes de contratar

  1. O site será feito com qual tecnologia? WordPress, construtor visual, código personalizado, framework estático?
  2. A hospedagem está incluída? Por quanto tempo?
  3. O design é exclusivo ou baseado em template?
  4. Quantas revisões estão previstas?
  5. O conteúdo (texto e imagens) está incluído?
  6. O site será otimizado para SEO? O que exatamente está incluído?
  7. Quem faz a manutenção depois? Tem suporte? Tem custo mensal?
  8. Os arquivos e acessos serão entregues ao cliente?

Quando o site é investimento (e quando é gasto)

Site é investimento quando ele tem um papel claro no negócio: gerar contatos, apresentar a empresa para quem está pesquisando, posicionar a marca no Google, apoiar o time comercial.

Site é gasto quando é feito só porque “precisa ter” — sem estratégia, sem conteúdo, sem otimização. Nesse caso, o retorno é zero e a frustração é alta.

Como a TKO trabalha criação de sites

Na TKO, projetos de site seguem o Método P.L.A.N.O. — Planejamento, Layout, Arquitetura, Navegação e Operação. Cada etapa garante que o site tenha objetivo claro, funcione para o visitante e gere resultado para o negócio.

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Resumo

VariávelImpacto no preço
Tipo de site (institucional vs. e-commerce)Alto
Design personalizado vs. templateAlto
Conteúdo (texto + imagem)Médio a alto
SEO técnico e de conteúdoMédio
Integrações e funcionalidadesMédio
Manutenção e suporteBaixo a médio

O preço do site deve fazer sentido para o que ele vai entregar. Antes de comparar valores, compare escopos.